A Música no desenvolvimento cerebral
Você sabia que o órgão da audição começa a se desenvolver antes mesmo do nascimento de um bebê? Pois é, comprovou-se que desde o 4º mês da gestação o feto pode escutar, sendo a batida do coração da mãe o primeiro contato com o “som rítmico” que auxilia o feto a formar-se harmonicamente e a sentir-se bem.
O cérebro de uma criança, ao nascer, tem aproximadamente 10 milhões de neurônios, muitos deles ainda não conectados, esperando um estímulo necessário para se integrarem no circuito cerebral. Sabendo que desde o 4º mês da gestação o feto pode escutar, a música tem influência direta no desenvolvimento da mente através do estímulo auditivo. Não somente no aspecto físico – ao som que incide no ouvido e provoca uma reação psicomotora – mas à ativação cerebral neuronal que possibilita o desenvolvimento do pensamento.
As estatísticas mostram que, como tendência geral, os bebês expostos à música tendem a ser mais tranquilos, com um sentido de curiosidade mais aguçado e com uma inteligência e imaginação mais criativas.
Dom Campbell, em sua obra O efeito Mozart para crianças, afirma que a música põe em conexão a parte racional com a parte emocional, de fato há contentamento com músicas alegres e contrariedade diante da música desagradável.
A capacidade musical se aloja no hemisfério direito do cérebro e a capacidade de linguagem do hemisfério esquerdo. Como aprendemos a falar ouvindo, não é difícil reconhecer a relação existente entre os hemisférios, possibilitando à criança um desenvolvimento linguístico e habilidade motora superiores à média, desenvolvimento da capacidade espacial da pessoa (hemisfério direito), instiga a conexão entre a parte racional e a emocional (despertando a segunda), além de ampliar a capacidade de concentração.
De fato, se colocamos uma pessoa para montar um quebra-cabeças com música clássica de fundo, verifica-se que seu rendimento chega a dobrar, o que não ocorre quando se tem como fundo barulhos de conversa, de TV, de uma lava-roupa acionada ou qualquer tipo de música do estilo “bate-estaca”.
Por ser expressão criativa e sensível, a linguagem musical potencializa a criatividade da pessoa e favorece o desenvolvimento afetivo e emocional.
Saiba mais na reportagem abaixo ou acessando o site: http://blogs.estadao.com.br/alvaro-siviero/a-musica-no-desenvolvimento-cerebral/?doing_wp_cron=1365516606.1935191154479980468750












